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Perguntas frequentes
O esfíncter urinário artificial é uma das principais opções para homens com incontinência urinária de esforço moderada a grave, especialmente após cirurgia da próstata. A indicação depende da intensidade das perdas, das condições da uretra, dos tratamentos anteriores e da capacidade de utilizar o dispositivo.
O momento da indicação depende da recuperação após a cirurgia e da evolução da incontinência. Antes de indicar o implante, é importante confirmar que a perda urinária persiste e avaliar se medidas conservadoras ainda podem proporcionar melhora.
Muitos pacientes apresentam redução importante das perdas urinárias, mas o resultado não é exatamente igual para todos. Alguns podem permanecer utilizando um pequeno protetor de segurança mesmo após uma melhora significativa da continência.
Uma pequena bomba fica posicionada no escroto. Quando deseja urinar, o paciente aciona essa bomba, o manguito ao redor da uretra se abre temporariamente e permite a passagem da urina.
Não. Após o implante, o dispositivo permanece desativado durante um período para permitir a cicatrização dos tecidos. A ativação é realizada posteriormente em consulta, conforme a evolução de cada paciente.
A bomba fica implantada dentro do escroto e normalmente não é visível externamente. O paciente aprende a localizá-la pelo toque para poder acionar o sistema quando precisar urinar.
Após a recuperação e liberação médica, o esfíncter urinário artificial geralmente não impede a atividade sexual. O dispositivo atua sobre o mecanismo de continência urinária e não tem como objetivo modificar a função erétil.
Pode ser possível, mas a radioterapia pode alterar a qualidade dos tecidos e aumentar a complexidade do caso. Por isso, pacientes previamente submetidos à radioterapia precisam de avaliação individualizada antes da indicação.
Sim, mas presença de estenose de uretra pode interferir no planejamento do implante. Em alguns pacientes, a alteração uretral precisa ser tratada e acompanhada antes de se considerar a colocação do esfíncter urinário artificial.
O esfíncter é um dispositivo mecânico implantável e pode funcionar por muitos anos, mas não deve ser considerado permanente para toda a vida. Com o tempo, desgaste dos componentes, alterações da uretra ou outras situações podem tornar necessária uma revisão ou substituição do sistema.

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