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Perguntas frequentes
É uma faixa implantada cirurgicamente abaixo da uretra para oferecer suporte ao mecanismo de continência e reduzir perdas urinárias, principalmente aos esforços.
Principalmente para homens selecionados com incontinência urinária de esforço leve a moderada, frequentemente após cirurgia da próstata.
Não. Depois de implantado, ele permanece atuando de forma contínua e não precisa ser manipulado pelo paciente para permitir a micção.
Não. O material utilizado no procedimento fica implantado internamente.
A radioterapia prévia pode alterar as características dos tecidos e influenciar a indicação e os resultados. Por isso, esses casos precisam de avaliação individualizada.
O objetivo é melhorar de forma significativa o controle urinário. O grau de melhora varia conforme a intensidade da incontinência, o funcionamento do esfíncter e as características de cada paciente.
Sim. A avaliação pode incluir exame físico, urofluxometria, medida do resíduo urinário e, em situações selecionadas, cistoscopia ou estudo urodinâmico.
A recuperação é progressiva. Nas primeiras semanas é importante evitar esforço físico, levantamento de peso e atividades que exerçam pressão sobre a região operada, conforme orientação médica.
Pode ocorrer dificuldade para urinar no período inicial após a cirurgia. Por isso, o esvaziamento da bexiga é acompanhado no pós-operatório. Alterações persistentes exigem avaliação.
Sim. Dependendo da intensidade e do mecanismo da incontinência, outras estratégias podem ser mais adequadas, incluindo o esfíncter urinário artificial.

Agende sua avaliação com o Dr. Magnum Pereira, urologista em Manaus com atuação em urologia reconstrutiva, disfunção miccional, urologia feminina (uroginecologia), andrologia, urodinâmica e urofluxometria.
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